A inflação reduz o poder de compra de cada unidade monetária, o que leva a aumentos nos preços de bens e serviços ao longo do tempo. É um termo econômico que significa que você tem que gastar mais para encher o tanque de gasolina, comprar uma caixa de leite ou cortar o cabelo. Em outras palavras, aumenta seu custo de vida.

O que é a inflação?

A inflação do Brasil reduz o valor do real. Compare o valor do real hoje com o do passado. Assim, à medida que os preços sobem, seu dinheiro compra menos. Por esse motivo, pode reduzir seu padrão de vida com o tempo.

A inflação existe quando os preços aumentam, mas o poder de compra cai durante um determinado período. A demanda, a oferta e as expectativas sobre os bens afetam as taxas de inflação. Nosso Banco Central usa a política monetária para controlar a inflação.

O melhor de tudo é que você pode se proteger da inflação por meio de investimentos sábios.

Taxa de inflação

A taxa de inflação é o aumento ou redução percentual dos preços durante um período especificado, geralmente um mês ou um ano. A porcentagem informa a rapidez com que os preços subiram durante o período. Por exemplo, se a taxa de inflação para um litro de gasolina for 2% ao ano, os preços da gasolina serão 2% mais altos no próximo ano.

Isso significa que um litro de gasolina que custa R$2,00 este ano custará R$2,04 no próximo ano.

Se a taxa de inflação for superior a 50% em um mês, isso é hiperinflação. Se a inflação ocorrer ao mesmo tempo que uma recessão, isso é estagflação. O aumento dos preços de ativos como habitação, ouro ou ações é chamado de inflação de ativos.

A taxa de inflação é um componente crítico do índice de miséria, que é um indicador econômico que ajuda a determinar a saúde financeira de um cidadão médio. O outro componente é a taxa de desemprego. Quando o índice de miséria é superior a 10%, significa que as pessoas estão sofrendo de recessão, inflação galopante ou ambos Em outras palavras, a inflação ou o desemprego é superior a 10%.

Definição da inflação

A inflação resulta no aumento dos preços para o consumidor, além da perda do poder de compra do dinheiro. (Foto: Independent Balkan News Agency)

Causas da inflação

Existem duas causas para a inflação: a mais comum é a inflação puxada pela demanda. É quando a demanda supera a oferta de bens ou serviços. Os compradores desejam tanto o produto que estão dispostos a pagar preços mais altos.

A inflação de custos é a segunda causa, menos comum. É quando a oferta é restrita, mas a demanda não. Isso acontece geralmente depois de desastres naturais, como furacões e tsunamis, onde uma demanda por gasolina pode não aumentar, mas as restrições de oferta aumentam os preços.

Algumas fontes dizem que um aumento na oferta de dinheiro também causa inflação. Essa é uma interpretação errônea da teoria do monetarismo. Diz que a principal causa da inflação é a impressão de muito dinheiro pelo governo. Como resultado, muito capital persegue poucos bens. Ele cria inflação ao desencadear a inflação de demanda ou de custo.

Alguns também consideram a inflação embutida uma terceira causa. Isso influencia as expectativas das pessoas em relação à inflação futura. Quando os preços sobem, o trabalho espera um aumento nos salários para acompanhar. Mas salários mais altos aumentam o custo de produção, o que aumenta os preços de bens e serviços novamente. Quando essa causa e efeito continua, ela se torna uma espiral de salários e preços.

Inflação e o índice de preços ao consumidor

O governo usa diversos índices para medir a inflação. O índice de preços ao consumidor é um dos principais, obtendo suas informações de uma pesquisa com o registro de preços de diversos itens de consumo a cada mês, informando a taxa geral de inflação. Algumas fontes dizem erroneamente que há uma diferença entre a inflação e os índices de preço ao consumidor. Mas não há diferença. Há apenas índices que usam mais ou menos critérios, mas as taxas de inflação são geralmente semelhantes entre os diferentes métodos de cálculo de inflação.

Como os bancos centrais gerenciam a inflação?

Os bancos centrais em todo o mundo usam a política monetária para evitar a inflação e seu oposto, a deflação. É estabelecida uma meta de inflação e o BC faz o necessário para mantê-la sob controle. Isso inclui emissão de moeda, controle de gastos, compra e venda de títulos, entre diversas outras ferramentas para controlar o valor do dinheiro.

Como se proteger da inflação?

A maneira mais poderosa de se proteger da inflação é aumentar sua capacidade de ganho e renda. Um aumento anual de 5%, ou uma promoção que rende um ganho de 20%, tornará a inflação irrelevante. Mas se essa não for uma opção, ou você tiver uma renda fixa, precisará explorar outras opções.

Uma forma de proteger suas economias é investir no mercado de ações. Ele retorna cerca de 10% ou mais dos investimentos ao longo do tempo. Se isso acontecerá no futuro, não se sabe, e esse é o risco.

Com um bom planejamento financeiro, você pode se proteger da inflação e evitar que ela acabe com seu poder de consumo.

Ficou alguma dúvida? Deixem nos comentários suas perguntas e iremos responder!

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